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Déficit do Hormônio do Crescimento Infantil

Déficit do hormônio do crescimento infantil

“Doutor, a altura do meu filho é normal?”

Esta pergunta certamente é rotineira nos consultórios pediátricos em todo o mundo. E ela tem tudo a ver com hormônios do crescimento, ou a falta dele, o chamado déficit do hormônio do crescimento GH.

Pais atentos ao crescimento do filho são fundamentais. E aí falamos tanto sobre a educação em si, da parte psicológica, convívio harmonioso em família como também sobre o crescimento físico saudável, em seu aspecto mais amplo.

A observância atenta dos pais, junto com o acompanhamento profissional de um pediatra é a grande diferença entre o sucesso ou não de um tratamento de déficit de crescimento.

Muitas vezes, a insatisfação dos pais é manifestada tarde demais, quando a criança está perto, ou já atingiu, a puberdade, período no qual os hormônios sexuais passam a atuar sobre as cartilagens, barrando o crescimento.

Leia também: Puberdade Precoce: atenção aos primeiros sinais

A idade adequada para tratar algum problema relacionado ao déficit de hormônio de crescimento é entre os 7 e 10 anos. Em algumas situações, há necessidade de se iniciar o tratamento mais cedo, como no caso de bebês prematuros e/ou que não recuperaram peso até os dois anos.

Tudo começa pelo histórico da criança e com a análise da curva de crescimento feita pelo pediatra, que vai comparar a altura da criança em relação à média da população, ao padrão familiar e à velocidade de crescimento. Geralmente é um problema quando o crescimento, a partir dos 5 anos, atinge menos de 4 centímetros ao ano.

Mesmo se o valor estiver “fora” do que é esperado em função da altura dos pais, os motivos têm de ser investigados, mesmo que a curva esteja em uma velocidade adequada.

A partir daí o caso deve ser encaminhado para um endocrinologista pediátrico, médico especialista em problemas de crescimento.

Investigação detalhada do déficit do hormônio do crescimento infantil

Detectado algum problema na velocidade de crescimento, na estatura-alvo ou no raio X de punho (que determina a idade óssea da criança), o endocrinologista irá analisar a causa do problema. Entre as mais comuns estão anemia, alimentação inadequada, infecções de repetição, intolerância ao glúten, problemas na tireoide, rins ou fígado e excesso de cortisol no organismo, causado, muitas vezes, pelo uso frequente de medicamentos à base de corticoide. Em cada situação será aplicado um tratamento específico.

As causas mais raras são a Síndrome de Turner e o déficit de hormônio de crescimento GH. A primeira acomete apenas meninas e se caracteriza pela falta de um cromossomo “X”.

Se não tratada, a criança com deficiência de hormônio de crescimento GH vai apresentar nanismo (menos de 1,50m de altura – homens e 1,40m de altura – mulheres).

Você sabia que além de crianças que estão em fase de crescimento, os adultos também podem sofrer com a deficiência do hormônio GH? Saiba mais sobre esse assunto aqui no Blog.

Reposição do hormônio do crescimento GH  

Após o pediatra verificar que a criança está realmente tendo uma restrição de crescimento, possui nanismo ou alguma outra síndrome que tenha como característica a baixa estatura, pode ser recomendado fazer um tratamento usando o hormônio do crescimento GH, que serve para suprir a necessidade desse hormônio pela hipófise.

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