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Psoríase: causas, sintomas, tipos e tratamentos

Psoríase: causas, sintomas, tipos e tratamentos

O que causa a psoríase?

A psoríase é uma doença inflamatória crônica da pele, causada por fatores genéticos, somados a gatilhos ambientais como infecções, estresse, agressões à pele ou medicamentos. Essa combinação faz com que o sistema imunológico envie sinais falsos que aceleram a renovação desordenada das células. Ao invés de descamarem e se soltarem como células saudáveis, elas se acumulam para formar as placas na pele, característica da psoríase.

Quais são os sintomas?

Os sinais e sintomas da psoríase são bem diferentes de pessoa para pessoa e variam de acordo com tipo e intensidade da doença. Conheça alguns dos sintomas mais comuns:

  • Lesões avermelhadas com escamas esbranquiçadas ou prateadas;
  • Placas e descamações no couro cabeludo, cotovelos e joelhos;
  • Pele seca e rachada;
  • Coceira, dor e descamação;
  • Unhas grossas, descoladas e com furinhos;
  • Dor nas articulações, somente parte dos pacientes que apresentam.

Muitas vezes a psoríase é confundida com outros males, como alergias e micoses. Por isso, se houver suspeita é importante não se automedicar ou fazer uso de receitas caseiras com intenção de eliminar lesões. Sempre que surgir uma lesão diferente na pele, que demore para sumir, procure um médico dermatologista para fazer o diagnóstico e tratamento correto.

Quais são os tipos de psoríase?

Psoríase em placas ou vulgar: é a forma mais frequente, representa 85-90% de todos os casos. O principal sinal é o aparecimento de placas avermelhadas na pele, cobertas com escamas esbranquiçadas ou prateadas, que podem doer e até sangrar. As lesões podem atingir qualquer área do corpo, embora sejam mais comuns em couro cabeludo, cotovelos e joelhos.

Psoríase artropática (artrite psoriásica): afeta, além da pele, também as articulações, o que causa muita dor. Atinge de 10-40% dos pacientes.

Psoríase invertida: atinge regiões úmidas da pele, como axilas, virilha e a região abaixo da mama. Produz lesões avermelhadas, porém sem escamas. Os sintomas podem se agravar com o suor e atrito da pele.

Psoríase gutata (ou psoríase em gota): consiste em pequenas, porém numerosas lesões em forma de gotas, predominantemente em tronco, braços, pernas e couro cabeludo. Geralmente é desencadeada por infecções bacterianas.

Psoríase pustulosa: caracterizada por vesículas ou bolhas de pus não infeccioso, poucas horas depois da pele ficar vermelha. Tipo raro que pode causar febre, calafrios, coceira intensa e fadiga.

Quais são os tipos de psoríase?

Como é feito o diagnóstico da psoríase?

Como não há um exame de sangue que comprove, o diagnóstico é feito pelo médico dermatologista por meio do histórico do paciente e exame clínico em que vai observar os sinais e sintomas de cada pessoa. Apesar de normalmente as lesões serem bem características, algumas vezes elas podem se confundir com sintomas de outras doenças de pele, o que torna o diagnóstico um pouco mais subjetivo.

O médico solicita uma biópsia – exame em que um fragmento da pele é retirado para avaliação no microscópio. Outro fator importante, que facilita o diagnóstico, por se tratar de uma doença com componente genético, é entender o histórico familiar do paciente.

Conheça as principais opções de tratamentos para psoríase

Embora a psoríase não tenha cura, a doença tem um bom arsenal de tratamentos que amenizam as crises e ajudam o paciente a viver com qualidade. Não existe uma receita única para o tratamento. Cada paciente tem opções que funcionam melhor para seu caso. O mesmo remédio pode não servir para dois pacientes, assim como algumas pessoas se adaptam a um tipo de shampoo e creme, e outras, não. Cabe ao dermatologista indicar a melhor opção para cada caso.

Tratamentos tópicos: são as pomadas e cremes aplicados na pele. Apesar de alguns pacientes responderem bem, podem não ser suficientes para melhorar as lesões e, por isso, são associados a outros tipos de tratamento. Os tratamentos tópicos são os mais comuns e mais recomendados pelos dermatologistas. Normalmente são prescritos para psoríase leve a moderada, ou seja, quando a psoríase afeta 30% ou menos do corpo.

Fototerapia: a fototerapia é um tratamento que consiste na exposição das lesões às luzes artificiais de radiação ultravioleta (UVA e UVB), o mesmo tipo de raios presentes na luz solar. Quando associada com medicamentos, os psoralenos, que são substâncias foto ativas, recebe o nome de PUVA. A grande vantagem da fototerapia é que o paciente não depende apenas do sol para melhorar, podendo seguir o tratamento em qualquer dia e horário. Além disso há maior segurança na dosagem de radiação ultravioleta, pois tudo é controlado com muito cuidado pelo terapeuta.

Luz do sol: na psoríase, os raios ultravioletas (UV) e, em particular, os raios UVB ajudam a pele a cicatrizar e a reduzir a inflamação. Eles também desaceleram a superprodução de células que causam a descamação. Uma curta exposição diária ao sol (10-15 minutos/dia), usando protetor solar e evitando as queimaduras, é suficiente ajudar na melhora das lesões. O ideal é tomar sol diariamente, por pouco tempo e evitar os horários depois das 10h da manhã até 15h da tarde.

Cosentyx no Tratamento da Psoríase

Tratamentos sistêmicos: são os medicamentos, administrados por via oral ou injetável que podem ser prescritos para formas moderadas a graves da psoríase. Dentre as classes de medicamentos sistêmicos para o tratamento da psoríase podem ser citados:

  • Imunossupressores: esse tipo de medicamento atua no sistema imunológico diminuindo a capacidade do organismo atacar ele mesmo;
  • Medicamentos biológicos: são moléculas produzidas com o auxílio da engenharia genética, usadas para tratar doenças autoimunes. Eles são indicados, especialmente, nos casos de psoríase e artrite da psoríase resistentes aos tratamentos convencionais ou que já apresentem restrição a eles pelo desenvolvimento de efeitos colaterais.

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Hábitos saudáveis ajudam a se manter bem

Algumas pessoas com psoríase observam que certos hábitos podem piorar a condição da pele. Apesar de não haver nenhuma confirmação científica para isso, os médicos recomendam que os pacientes observem sempre seus hábitos e evitem aqueles alimentos que, de acordo com suas experiências pessoais, possam piorar a inflamação da pele, afinal cada pessoa é única.

Algumas dicas que incluem hábitos saudáveis que só vão trazer benefícios:

  • Siga uma dieta sem excesso de gorduras e doces, e rica em frutas e legumes;
  • Pratique exercícios físicos regulares: o excesso de peso pode agravar a psoríase;
  • Evite o consumo de bebidas alcoólicas e o fumo, essas duas substâncias podem piorar os quadros ou mesmo aumentar o risco da manifestação da psoríase;
  • Hidrate bem a pele;
  • Evite banhos muito quentes;
  • Tome banho de sol, com orientação do dermatologista.

Fontes: Sociedade Brasileira de Dermatologia e Amigos com Psoríase

Fale com seu dermatologista

Para encontrar o tratamento adequado é essencial buscar um dermatologista, é ele quem vai avaliar os sintomas, histórico médico e debater os melhores caminhos. Evitar a automedicação e lembrar-se que o uso de corticoides por longo período pode levar a eventos não desejados. O tratamento farmacológico, inclusive com pomadas e cremes, deve ser feito apenas com orientação médica.

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As informações contidas têm caráter informativo e não devem ser usadas para autodiagnostico ou para substituir as orientações do médico.

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