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Estimulação ovariana nos tratamentos de reprodução assistida

Estimulação ovariana nos tratamentos de reprodução assistida

A estimulação ovariana é uma etapa fundamental nos tratamentos de reprodução assistida de baixa e alta complexidade. Esse procedimento é utilizado nas técnicas de inseminação intrauterina (IIU), relação sexual programada (RSP) e fertilização in vitro (FIV).

Primeiramente, vamos entender sobre o processo natural de ovulação

Durante cada ciclo menstrual, diversos folículos ovarianos são produzidos, entretanto apenas um deles se desenvolve e amadurece completamente. Sendo assim, um único folículo consegue liberar um óvulo para que aconteça a fecundação. Os demais folículos serão perdidos, por isso a mulher tem apenas uma chance única de engravidar a cada ciclo.

Em mulheres com disfunção da ovulação, os folículos não ovulam ou não se desenvolvem e amadurecem o suficiente para ovular. Problemas relacionados a disfunção da ovulação são responsáveis por um percentual expressivo de todos os casos de infertilidade feminina. Nesses casos, pode ser necessária a realização da estimulação ovariana.

O que é a estimulação ovariana?

A estimulação ovariana é um procedimento que tem por objetivo elevar as chances de sucesso nos tratamentos de fertilidade. Os hormônios administrados durante o tratamento estimulam o crescimento e desenvolvimento dos folículos, aumentando o número de óvulos disponíveis para fecundação. Mais óvulos, mais chances de engravidar!

Como funciona a estimulação ovariana?

Cada técnica de reprodução assistida possui um protocolo específico para estimulação ovariana. O tipo de medicação e a dosagem hormonal usados no tratamento são individualizados, porque dependem das condições específicas de cada mulher.

Normalmente, a estimulação ovariana é feita por meio de medicamentos hormonais orais ou injetáveis por um período de 8 a 15 dias. Geralmente são adotados medicamentos com o hormônio folículo-estimulante (FSH), em combinação com o hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH).

Após a administração dos hormônios FSH, o especialista em reprodução assistida acompanha o crescimento dos folículos através dos exames de ultrassom. Quando os folículos atingem o tamanho adequado, a injeção do hormônio HCG (Gonadotrofina Coriônica Humana) promove a liberação do óvulo.

LEIA MAIS: Indução de ovulação e as Gonadotrofinas

Estimulação ovariana de baixa complexidade

Nas técnicas de baixa complexidade, como relação sexual programada (RSP) e inseminação intrauterina (IIU), o ciclo é minimamente estimulado. Nesse caso, a estimulação ovariana tem o objetivo de conseguir entre 1 e 3 folículos.

Estimulação ovariana de alta complexidade

Na fertilização in vitro (FIV), o objetivo é conseguir o maior número possível de folículos e óvulos. A fecundação acontece fora do útero, pois os gametas femininos e masculinos são coletados e preparados em laboratório. Quanto maior o número de folículos coletados, maiores as chances de gravidez. Por isso, a estimulação ovariana na FIV é mais intensa do que nas outras técnicas.

Mesmo que a mulher produza 20 óvulos, e possível fecundar todos e transferir a quantidade permitida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), mantendo os outros embriões congelados.

No entanto, o processo de estimulação ovariana tem limites e deve ser controlado para evitar a síndrome do hiperestímulo ovariano, condição rara atualmente.

Importante! A estimulação ovariana deve obrigatoriamente ser acompanhada por um médico especialista em fertilidade. Somente um profissional é capaz de analisar e conduzir essa importante etapa no tratamento da reprodução assistida.

Consulte seu médico. E caso ele prescreva algum tratamento, conte com a Sol Medicamentos Especiais nesta importante fase da sua vida. Somos uma empresa especializada na venda de medicamentos para Reprodução Assistida.

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