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Cresce número de mulheres com doenças cardiovasculares

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMC) as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo: mais pessoas morrem anualmente por essas enfermidades do que por qualquer outro motivo. Em 2015, estima-se que a doença causou 17,7 milhões de óbitos. Nas últimas décadas tem chamado atenção o aumento de casos de doenças cardiovasculares entre as mulheres, que com o acúmulo de funções e o estresse consequente desse quadro, acabam tendo hábitos pouco saudáveis, como má alimentação e falta de exercícios. O resultado dessa combinação costuma ser a obesidade, um dos fatores de risco mais preocupantes. Os outros são histórico familiar, hipertensão arterial, diabetes, níveis de colesterol elevado, tabagismo e sedentarismo.

O Hospital do Coração (HCor) destaca outro ponto: o público feminino sofre também com a variação hormonal da menopausa. A queda na produção do hormônio estrogênio, após o tempo fértil da mulher, eleva o risco de doenças cardíacas. Além disso, o tabagismo, associado ao uso de pílula anticoncepcional, triplica os riscos de doenças cardiovasculares.

Cansaço, dor no peito, palpitações, cefaleias, mal-estar, náuseas e tonturas são os sintomas mais frequentes das doenças cardiovasculares, mas nem sempre eles se manifestam. Por isso, é fundamental manter acompanhamento médico regular para diagnosticar e controlar o diabetes, a hipertensão e o colesterol, por exemplo. Segundo os especialistas, tradicionalmente as mulheres mantêm uma rotina de realização de exames ginecológicos e de mama anualmente, mas o mesmo ainda não acontece com os exames cardiológicos – motivo pelo qual as doenças cardiovasculares passaram a liderar as causas de mortalidade feminina, na frente do câncer de mama, útero e ovário.

Uma mudança de hábitos é capaz de reverter a maioria dos aspectos causadores da doença. Isso significa adotar um estilo de vida mais saudável, com reeducação alimentar, abandono do fumo e prática de exercícios físicos – estudiosos apontam que quanto mais velho, maiores são os riscos de doenças relacionadas à falta de atividade física. Atividades que promovam o relaxamento também são importantes, pois contribuem para a diminuição do estresse e da ansiedade.

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