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Conheça os principais métodos anticoncepcionais

O avanço da medicina reprodutiva permitiu o desenvolvimento de métodos contraceptivos modernos, que ajudam as mulheres a evitar a gravidez indesejada. Apesar de elas contarem com mais opções, os homens também têm como se prevenir. Há diversas alternativas, mas muitas dúvidas ainda pairam sobre elas. Abaixo, você vai saber um pouco mais sobre os principais métodos contraceptivos, que se dividem em dois grupos: reversíveis (caso das pílulas, do diafragma, dos implantes e do anel vaginal, por exemplo) e definitivos (caso da laqueadura na mulher e vasectomia no homem).

Pílula anticoncepcional: é o método anticoncepcional mais usado em todo o mundo. É ministrado de forma contínua, o que requer a ingestão diária dos comprimidos – uma combinação de hormônios (geralmente estrogênio e progesterona sintéticos), que inibe a ovulação. A cartela, que pode conter de 21 a 28 comprimidos, deve ser iniciada no primeiro dia do ciclo menstrual. Quando usadas corretamente, as pílulas anticoncepcionais previnem a gravidez em mais de 99% das vezes. No entanto, pode haver efeitos colaterais como enjoos, dor de cabeça e retenção de líquidos. Os laboratórios, no entanto, têm desenvolvido pílulas com baixa dosagem de hormônios, o que diminui bastante os efeitos colaterais.

Nos últimos anos muito se tem falado do risco de trombose em mulheres que tomam a pílula anticoncepcional. Por esse motivo, é importante que seu uso seja orientado por um médico, que deve avaliar o quadro de cada mulher.

Camisinha masculina: método do tipo barreira, impede a ascensão dos espermatozoides ao útero, evitando assim que o óvulo seja fecundado. Uma das formais mais populares de prevenção contra a gravidez, a camisinha (ou preservativo) evita ainda a transmissão de DSTs (doenças sexualmente transmissíveis), como a AIDS e o HPV. A camisinha é um método eficiente para prevenir a gravidez, desde que usada corretamente.

Camisinha feminina: também previne DSTs e tem o mesmo princípio da camisinha masculina. A diferença é que ela pode ser colocada horas antes da relação sexual.

Anel vaginal: peça maleável, é introduzido na vagina pela própria mulher como se fosse um absorvente interno e libera na corrente sanguínea hormônios que impedem a ovulação. Após introduzido deve permanecer na posição durante três semanas (21 dias) e, após ser retirado, a mulher deve fazer uma pausa de 7 dias antes de utilizar um novo anel.

Diafragma: outro método de barreira, o diafragma tem eficácia menor que a da camisinha e não previne contra doenças sexualmente transmissíveis. Com aproximadamente 6 cm de diâmetro, deve ser encaixado na vagina pela própria mulher, cerca de 15 a 30 minutos antes da relação, e retirado 6 horas após o ato sexual (tempo de vida dos espermatozoides na vagina). O diafragma não é descartável e a mulher deve contar inicialmente com a orientação de um ginecologista, que não só lhe indicará o tamanho adequado para o seu corpo, como a maneira correta de inseri-lo (que deve cobrir o colo do útero).

DIU de cobre: inserido no útero da mulher pelo ginecologista, o DIU (dispositivo intrauterino) de cobre é um método contraceptivo de longa duração: 10 anos, em média. Como o cobre é espermicida, ele impede a fecundação. No entanto, em algumas mulheres pode provocar cólicas.

DIU com hormônio: também inserido por um médico, esse método libera hormônios diretamente na corrente sanguínea da paciente, impedindo a sobrevivência dos espermatozoides. A mulher pode ficar com ele por até 5 anos, mas, assim como no DIU de cobre, é importante visitar ocasionalmente o ginecologista, que verificará se ele não saiu do lugar.

Contraceptivos injetáveis: método que inibe a ovulação, são aplicados pelo médico por via intramuscular e podem valer por um ou 3 meses. No entanto, como a quantidade de hormônios é maior do que a pílula, pode causar efeitos colaterais como inchaço, dor de cabeça e dor nas mamas. Além disso, aumenta o risco de trombose.

Implantes: após anestesia local, um pequeno bastonete é inserido abaixo da pele do braço, que vai liberando pequenas doses de progesterona na circulação, impedindo assim a ovulação. O implante tem validade de 3 anos, a mulher para de menstruar, mas pode haver sangramentos irregulares. Caso a mulher deseje engravidar, basta solicitar a remoção.

Adesivo: colado pela própria mulher no braço, na barriga, nas costas ou nas nádegas, libera aos poucos doses de estrogênio e progestagênio, impedindo a ovulação. É um método contraceptivo muito eficaz, mas que pode apresentar efeitos colaterais como dores de cabeça, cólicas menstruais leves e náuseas. Vale destacar que o adesivo pode perder a eficácia em mulheres com mais de 90kg.

Laqueadura: tipo de esterilização feminina voluntária e definitiva, pois o procedimento não é reversível. Por meio de uma cirurgia, as trompas são cortadas e suas extremidades amarradas, o que impede a passagem dos espermatozoides. Só é indicada para casais que tenham certeza que não querem uma gravidez.

Vasectomia: esterilização masculina, por meio de um processo cirúrgico simples, no qual são cortados os canais que levam o espermatozoide dos testículos até as vesículas seminais. Desse modo, a fecundação do espermatozoide com o óvulo fica impedida. Vale destacar que o método não interfere no desempenho sexual do homem.

 

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